O deputado Diego Guimarães (Republicanos) escapou de um grave acidente na BR-163, altura de Peixoto de Azevedo. De acordo com o próprio parlamentar, o incidente, ocorrido no último sábado (25), foi causado por uma ultrapassagem irregular envolvendo duas carretas e, por pouco, não terminou em uma colisão frontal com o veículo em que ele e outras pessoas seguiam, um trecho de pista simples não duplicada.
A revelação foi feita pelo parlamentar, durante entrevista em que ele defendeu que o Governo de Mato Grosso participe da futura licitação da BR-163 entre Sinop e a divisa com o Pará. "Por muito pouco eu não seria mais um número na estatística. Deus poupou a minha vida e a das pessoas que estavam comigo", disse o deputado, demonstrando alívio.
A ideia defendida pelo parlamentar é que a MT Participações e Projetos (MT Par), empresa que controla a Nova Rota do Oeste, dispute a concessão federal e, caso seja vencedora do leilão, assuma a duplicação do trecho atualmente administrado pela Via Brasil BR-163. Segundo Diego, a proposta já foi apresentada ao governador Otaviano Pivetta (Republicanos) e ao diretor-presidente da MT Par, Wener Santos.
"Tenho conversado com o governador Otaviano Pivetta, tenho conversado com o Wener Santos. Estamos montando esse quebra-cabeça sobre a possibilidade de o Estado de Mato Grosso disputar esse leilão. Creio que a Nova Rota seria a empresa para assumir essa concessão", afirmou.
Atualmente, o contrato de concessão do trecho da BR-163 que liga Sinop à divisa com o Pará está sob discussão na Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). A nova modelagem prevê a duplicação do segmento em até sete anos, com investimentos já nos três primeiros anos.
Para Diego, o governo tem condições de realizar a obra em um prazo menor e, por isso, o deputado defende que a MT Par participe do leilão do novo edital de concessão, que deverá ocorrer em 12 de novembro. "Nenhuma empresa privada vai ter o senso de dever e responsabilidade com a sociedade para antecipar um prazo de sete anos para quatro, três ou cinco anos. Agora, eu acredito que o Governo do Estado tem capacidade para isso, até pelo seu dever com a população", destacou.
Fonte: RDnews